e quase Esmaga... são forças externas que exigem das minhas, muita persistência.
O tempo vai passando lentamente, brincando com os dias e com as horas e com os meses... As pernas e os braços enfraquecem e a cabeça quase pára. O corpo funciona com os seus recursos mínimos como se estivesse a poupar energia para as próximas horas, dias e meses que não se avistam muito diferentes dos anteriores. É, portanto, necessário manter a máquina a funcionar, devagarinho, sem gastos desnecessários.
Por isso, invento e reinvento-me em tarefas e projectos que pouco andam, que pouco se mexem, que muito iludem, que poucos reconhecem.
Mas vou-me deixando ir, Vou-me deixando estar.
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário