quinta-feira, janeiro 25, 2007

Desculpa... mas não me deixes... (*)


Onde me deixaste, decidi ficar. Pediste para eu não sofrer, utilizando aquelas palavras soltas sem sentido ou amor para e por mim. O que ficou de ti, perde-se no tempo que passa no relógio que nunca me chegaste a oferecer e apresenta-se sob a forma de restos que enchem as minhas mãos... restos do sentir do teu cabelo, da tua mão, da tua e da minha dor.

Feriste o meu Eu, razão pela qual,
passei a viver só para ti. Não me arrependo. Deixei-me render ao teu feitio, que apelidava de 'difícil'. No entanto, difícil foi esconder as marcas que tatuaste no meu corpo e, também, a sua origem. (Será que suspeitas das vezes que me questionaram sobre isto?... Lembraste da vizinha da frente, da de cima e do lado?... Pois foi...)

Sabes que eu aceito tudo: a tua alegria depois do teu Benfica ganhar, assim como a fúria que trazes do trabalho nos dias difíceis. Mas, confesso-te que, agora, o que mais me custa é não te ter na cama ao meu lado todas as noites, mesmo sabendo que se lá estivesses, provavelmente só iria ouvir o teu silêncio e sentir a tua indiferença arrastada desde há anos... "Sinto nojo de ti", gritas-me, quando sabes o quanto eu te desejo, ainda. Eu aceito-te.

Não consigo e não quero lutar contra isto que sinto por ti, e bem sabes como é forte este amor que a ti me une. Sinto muitas saudades, que se traduzem nestas visitas diárias que te faço, aqui: onde o sol passa com dificuldade pela grades da janela do teu 'novo quarto'. È temporário, eu prometo-te meu amor.

Antes de ir por hoje, quero-
te pedir mais uma vez as minhas desculpas, por não ter conseguido ocultar o resultado das nossas zangas... Sabes que desta vez insistiram muito comigo lá no hospital?!... Meu amor, será que um dia me vais perdoar?

(*) Texto inspirado em histórias que nos chegam através dos nossos sentidos.

quarta-feira, janeiro 03, 2007

Este ano quero disto também!


SPlASH
SPlASH SPlASH SPlASH SPlASH SPlASH SPlASH SPlASH SPlASH SPlASH

(in Slide & Splash, Algarve)

No Frontiers


If life is a river and your heart is a boat
And just like a water baby, born to float,
And if life is a wild wind that blows way on high,
And your heart is Amelia dying to fly,
Heaven knows no frontiers and I've seen heaven in your eyes

And if life is a bar room in which we must wait,
'round the man with his fingers on the ivory gates,
Where we sing until dawn of our fears and our fates,
And we stack all the dead men in self addressed crates,
In your eyes faint as the singing of a lark,
That somehow this black night,
Feels warmer for the spark,
Warmer for the spark,
To hold us 'til the day,
When fear will lose its grip,
And heaven has its way,
Heaven knows no frontiers,
And I've seen heaven in your eyes

If your life is a rough bed of brambles and nails,
And your spirit's a slave to man's whips and man's jails,
Where you thirst and you hunger for justice and right,
And your heart is a pure flame of man's constant night,
In your eyes faint as the singing of a lark,
That somehow this black night,
Feels warmer for the spark,
Warmer for the spark,
To hold us 'til the day when fear will lose its grip,
And heaven has its way,
And heaven has its way,
When all will harmonise,
And know what's in our hearts,
The dream will realise

Heaven knows no frontiers,
And I've seen heaven in your eyes,
Heaven knows no frontiers,
And I've seen heaven in your eyes

The Corrs

terça-feira, janeiro 02, 2007

Um lugar. Uma foto. Um momento.

= FLASH =

... Sim, esta é uma fotografia do ano velhinho de 2006. Como faço com todas as fotos, também já guardei esta para mais tarde recordar. Assim, fica para 2007, além de mais espaço no meu disco rígido do computador, o desejo que venham mais lugares e mais momentos para serem fotografados!