e quase Esmaga... são forças externas que exigem das minhas, muita persistência.
O tempo vai passando lentamente, brincando com os dias e com as horas e com os meses... As pernas e os braços enfraquecem e a cabeça quase pára. O corpo funciona com os seus recursos mínimos como se estivesse a poupar energia para as próximas horas, dias e meses que não se avistam muito diferentes dos anteriores. É, portanto, necessário manter a máquina a funcionar, devagarinho, sem gastos desnecessários.
Por isso, invento e reinvento-me em tarefas e projectos que pouco andam, que pouco se mexem, que muito iludem, que poucos reconhecem.
Mas vou-me deixando ir, Vou-me deixando estar.
quinta-feira, janeiro 29, 2009
segunda-feira, janeiro 19, 2009
Mais uma entrevista
Fui - até Santarém...
Tentei - encontrar um emprego...
Lutei - vale a pena ir mesmo sem muitas certezas...
Resultado?
"Agora tem que esperar (o quê?)... Está muito difícil isto (está dramático)... Temos muita gente (desempregados) a concorrer, mas pode ser que sim (ou que não!)...
Tentei - encontrar um emprego...
Lutei - vale a pena ir mesmo sem muitas certezas...
Resultado?
"Agora tem que esperar (o quê?)... Está muito difícil isto (está dramático)... Temos muita gente (desempregados) a concorrer, mas pode ser que sim (ou que não!)...
Veio de tão longe (e tome nota que este é factor de exclusão do lugar!)... Olhe, aproveite para conhecer Santarém! (...)"
[A (des)esperar...]
sábado, janeiro 17, 2009
porquê, quando, como, onde... escrever?
Porquê?
Para partilhar o peso interior com alguém ou com algo. Trata-se de uma prática contextualizada no domínio terapêutico, embora sem qualquer visibilidade científica, como tantas outras 'mezinhas' praticadas por todos nós. Mas que ninguém se incomode com isso, eu não me incomodo e 'sou das ciências', mas nunca me convenci da existência de uma única realidade comprovada, inquestionável, inabalável. Se resulta com outros ou não, um conselho: experimentem.
Na minha opinião, claro.
Quando?
Sempre que se é capaz de sentir, e por vezes acompanhado com a dor, o acto de pensar. Por exemplo, quando as actividades diárias se esgotam em palhaçadas que nos distraiem de nós e do mundo. À noite, quando sentimos o íman da almofada que faz saltar as ideias cá para fora; nem sempre é uma amiga, quando o que mais queremos é descansar.
Na minha opinião, claro.
Como?
A motivação será sempre o sentir, com ou sem um sentimento identificado. Obviamente que os sentimentos menos positivos são por excelência mais capazes do que os outros, isto porque, o peso é maior despoletando com maior eficácia a necessidade de o partilhar.
Na minha opinião, claro.
Onde?
Sempre com conforto na comunicação, seja papel e caneta, o tronco de uma árvore, uma pedra ou Aqui e agora...
Tudo isto, na minha opinião, claro.
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