Há um tempo atrás, os fins-de-semana prolongados fora de casa não eram mais do que uns dias longe da rotina, que sabiam bem, óptimos para descansar de tudo (e até de todos). No caso de serem passados com a família que vive mais longe de nós, estes dias ainda eram melhores!
Os ‘namorados’ e os amigos de então, deixavam, claro, uma saudade aqui dentro, uma saudade, que era semelhante à que tinha pelo meu quarto, pelos cheiros da minha rua, pelas minhas coisas… uma saudade que não me condicionava significativamente os comportamentos, os sentimentos, como agora me acontece.
A idade é outra e a maturidade também. Os que agora dizemos amar ganham uma importância fundamental na nossa vida. Tornamo-nos dependentes deles. Estes dias em que estamos separados por uma distância física insuperável, parecem-me longuíssimos, sente-se a falta de dar uma gargalhada, de dizer ‘boa noite’ ou ‘dorme bem’, de falar e falar, mesmo que não haja assunto… e de muitas outras coisas que fazemos e que nem damos conta, mas que aqui e agora, me fazem falta, das quais sinto uma imensa saudade…
3 comentários:
ai como o "trollas" tanto...adorei o termo ti...e o post...é a saudade...
Pois parece que sim =)) lol*
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